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Como checar a qualidade do provedor de nuvem

Conheça perguntas essenciais que devem ser feitas ao provedor de computação em nuvem antes de contratá-lo

Não existe a menor possibilidade de parar o avanço da computação em nuvem. A perspectiva é que, até 2014, 40% de todos os aplicativos no mundo estejam baseados em servidores de cloud computing. Assim, prospecta-se que 25% de toda a carga de trabalho existente em TI deva acontecer em servidores hospedados na nuvem.

No vácuo da transferência de aplicativos e de infraestrutura, vem a discussão sobre segurança e sobre proteção de dados. Cabe a todos os profissionais de TI que planejem dar o passo em direção à nuvem, levantar as informações essenciais sobre segurança dos serviços e do funcionamento em múltiplas instâncias.

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Os riscos e cuidados com o armazenamento em nuvem

O uso de serviços em nuvem data dos primórdios da internet com o e-mail, numa época em que a expressão computação na nuvem ainda não era usada

De lá para cá é difícil encontrar alguém ou alguma empresa que não utilize esse tipo de ferramenta da Google, Microsoft, Amazon, Dropbox, Evernote e milhares de outros fornecedores. O uso inclui agendas pessoais e corporativas, armazenamento e compartilhamento de arquivos, ERP (Sistemas Integrados de Gestão Empresarial), CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) e muitos outros.

Mas as constantes notícias sobre falhas de segurança de servidores em nuvem, como a recente notícia de violação de senhas do Evernote, colocam em xeque a credibilidade desses serviços. Uma pesquisa da IBM, divulgada no início de 2012, também é motivo de preocupação: mais da metade dos entrevistados afirmaram que sua política de segurança de TI não é suficiente para atender às necessidades de cloud computing e de social business. Mas quais são os riscos e o que podemos fazer para minimizar a possibilidade de ataques?

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Brasil deixa de ser o último no ranking anual de cloud computing

Mas, como os outros países integrantes dos BRICS, continua ocupando as últimas posições. Ganha apenas da Tailândia e o Vietnã

O Brasil subiu da última para 22a posição no ranking anual sobre o mercado de computação em nuvem, elaborado pela Aliança de Negócios de Software (BSA). A entidade analisa 24 países que representam 80% da indústria de tecnologia e informação no mundo, considerando sete fatores: privacidade de dados, segurança, liberdade de comércio, proteção à propriedade intelectual, infraestrutura e suporte aos padrões da indústria. O

De acordo com o estudo, Brasil, Rússia, Índia e China ainda se mantém atrás de países desenvolvidos em políticas consideradas críticas para o futuro da computação em nuvem. Neste edição, o Brasil atingiu 44,1 pontos em um máximo de 100 e ganha apenas da Tailândia e o Vietnã. China, Índia e Rússia também avançaram duas posições cada, pontuando 51,5, 53,1 e 59,1, respectivamente.

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Brasil é o terceiro país em número de usuários ativos na internet

O Brasil já é o terceiro país em quantidade de usuários ativos na internet, segundo dados do Ibope Media divulgados na última terça-feira, 19. Em dezembro passado, o país contava com 52,5 milhões de usuários. No primeiro e segundo lugares do ranking estão os Estados Unidos, com 198 milhões de pessoas com acesso à rede mundial, e Japão, com 60 milhões, respectivamente.

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Quase 70% das empresas brasileiras conhecem a nuvem

Utilização no País deve crescer, diz F&S.

Um estudo publicado este mês pela Frost & Sullivan e realizado com empresas de grande porte e diferentes verticais no Brasil e no México descobriu que a adoção da nuvem nestes países deve aumentar gradativamente, conforme as organizações se familiarizam com a tecnologia. O estudo buscou verificar o grau de adoção de cloud nos próximos dois anos, em relação a IaaS (infraestrutura como serviço), PaaS (plataforma como serviço) e SaaS (software como serviço).

Empresas de ambos países disseram ter bons conhecimentos sobre o conceito de computação em nuvem. Por parte das empresas brasileiras, 53% das entrevistas afirmam ter um bom conhecimento, enquanto 15% declaram ter um ótimo conhecimento. Por parte das empresas mexicanas, 46,2% afirmam ter tem bom conhecimento enquanto 23% declaram ter um ótimo conhecimento.

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Quase 70% das empresas brasileiras conhecem a nuvem

Utilização no País deve crescer, diz F&S.

Um estudo publicado este mês pela Frost & Sullivan e realizado com empresas de grande porte e diferentes verticais no Brasil e no México descobriu que a adoção da nuvem nestes países deve aumentar gradativamente, conforme as organizações se familiarizam com a tecnologia. O estudo buscou verificar o grau de adoção de cloud nos próximos dois anos, em relação a IaaS (infraestrutura como serviço), PaaS (plataforma como serviço) e SaaS (software como serviço).

Empresas de ambos países disseram ter bons conhecimentos sobre o conceito de computação em nuvem. Por parte das empresas brasileiras, 53% das entrevistas afirmam ter um bom conhecimento, enquanto 15% declaram ter um ótimo conhecimento. Por parte das empresas mexicanas, 46,2% afirmam ter tem bom conhecimento enquanto 23% declaram ter um ótimo conhecimento.

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Compusoftware aposta em serviços com compra da iTBrain

Aquisição faz parte da estratégia da companhia de reforçar sua atuação como consultora em TI

A Compusoftware, empresa nacional de licenciamento de software acaba de comprar a também brasileira itBrain, que atua com prestação de serviços em TI. O valor da transação não foi revelado.

Com a aquisição, a Compusoftware informa que adicionará 100 novos clientes à sua carteira de contratos ativos. A previsão de faturamento é de 160 milhões de reais em 2013, sendo mais de 10% desse montante fruto da negociação.

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Governo regulamenta isenção de imposto para redes de telecom

Os benefícios destinam-se a projetos de implantação, ampliação ou modernização de redes de telecomunicações que suportem acesso à Internet em banda larga

A presidência da República finalmente publicou nesta segunda, dia 18, o Decreto 7.921/2013. Trata-se da regulamentação do Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga para Implantação de Redes de Telecomunicações (REPNBL-Redes), criado no ano passado pela Lei 12.715/2012. O decreto, cuja íntegra está disponível para download na homepage do site TELETIME, em essência estabelece o seguinte:

Os benefícios destinam-se a projetos de implantação, ampliação ou modernização de redes de telecomunicações que suportem acesso à Internet em banda larga, incluídas estações terrenas satelitais;

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Empresas brasileiras subestimam riscos à segurança de TI

As empresas brasileiras subestimam os riscos à TI, relacionados principalmente a falhas humanas ou crimes cibernéticos, segundo estudo feito com especialistas da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), companhia de seguros especializada nos setores corporativo e industrial. Apenas 6% deles consideram que os clientes estão realmente cientes do cenário.

A tendência é observada também quanto a possibilidades de “apagões” de energia, o que afetaria de sobremaneiratodo o negócio. “A confiabilidade do fornecimento de energia vai diminuir no futuro por causa do envelhecimento da infraestrutura e da falta de investimentos substanciais”, explica o chefe de pesquisa e desenvolvimento da AGCS, Michael Bruch. As consequências são muito maiores hoje do que há dez ou 15 anos, dada a elevada dependência das corporações em relação às tecnologias da informação e comunicações (TICs).

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Sete tendências que vão ajudar a sua empresa em 2013

Biometria, impressão 3D e e-learning estão entre elas. Saiba como aproveitá-las

Na mundo corporativo, quanto mais você sabe sobre o futuro, melhor. Isso permite que os executivos façam planos de implantação, lidem com dilemas de TI, e tracem planos de contingência. No entanto, uma tendência é clara: o que sabemos sobre a tecnologia agora vai mudar.

Estas sete tendências para 2013 provavelmente afetarão muitas empresas de todos os tamanhos – incluindo a sua.

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